Em 15 de dezembro de 2007, Samuel Silva Machado desapareceu, deixando seus familiares e amigos angustiados. O mesmo, foi visto pela última vez na mesma data, quando decidiu ir à casa de uma mulher de nome Creuza, para cobrar uma dívida decorrente de negócios com café. Um dos indícios de sua morte foi o odor forte e urubus sobrevoando uma jaqueira na propriedade da acusada, que posteriormente levou à descoberta macabra: parte de sua ossada humana enterrada queimada e o local ateado fogo para ocultar o seu crime. A busca pela verdade e provas da participação da criminosa continuou, e após 08 meses, outra parte de seus restos mortais foi encontrada em um local inacessível próximo ao Riacho do Careca, na mesma cidade. Agora, o destino da acusada, será decidida no Tribunal, após 16 anos do casso ocorrido. O julgamento por meio de júri popular será realizado na próxima quarta-feira (23) no fórum de Barra da Estiva.
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