Lançamento da campanha do Rio Utinga marca nova fase na gestão dos recursos hídricos da Chapada

Lançamento da campanha do Rio Utinga marca nova fase na gestão dos recursos hídricos da Chapada

  • 12.Set.2024 - 11h17

Na noite de quarta-feira (11), foi lançada na sede da Associação dos Agricultores da Bacia do Rio Utinga (AABU), no município de Wagner, a cerca de 400 km de Salvador, a campanha "Dia do Rio Utinga". O principal objetivo da campanha é sensibilizar os habitantes do entorno da Bacia do Rio Utinga sobre a escassez de água e a importância de sua preservação. O evento, organizado pelo Instituto do Meio Ambiente e Recursos Hídricos (Inema), contou com a presença de Antônio Martins de Oliveira Rocha, diretor de Recursos Hídricos e Monitoramento Ambiental (Diram) do Inema; Ana Carolina Delfino, representando Simone Sodré, coordenadora da Unidade Regional Chapada Diamantina do Inema; Luiz Carlos Araújo, coordenador executivo de Ações Estratégicas (Coaes) da Secretaria do Meio Ambiente (Sema); além de agricultores, lideranças locais e outros envolvidos com a causa. A programação incluiu uma palestra socioeducativa, abordando a conscientização sobre a gestão sustentável da água e os desafios enfrentados pela Bacia do Rio Utinga, especialmente em função das mudanças climáticas e do crescente uso dos recursos hídricos. Antônio Martins apresentou aos presentes um diagnóstico detalhado da situação atual do Rio Utinga, explicando o monitoramento do curso de água e as medidas que o Governo do Estado, por meio do Inema, pretende implementar. Durante o evento, foram discutidas medidas de proteção ao abastecimento de água na região, visando assegurar água para o consumo humano, além de atender às demandas da agricultura familiar, pecuária e piscicultura, atividades econômicas fundamentais para a região. Algumas das medidas planejadas pelo Inema também foram apresentadas pelo diretor. 

Sobre o Rio Utinga – Com cerca de 70 km de extensão, o Rio Utinga passa pelos municípios de Utinga, Wagner, Lajedinho, Lençóis e Andaraí. Sua nascente está localizada na comunidade Cabeceira do Rio, habitada pelos indígenas da etnia Payayá, onde se forma uma grande represa.

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