Foi realizado na quarta-feira (23), o julgamento da ex-vereadora de Barra da Estiva, Maria Creuza Silva, acusada de homicídio qualificado e ocultação de cadáver, tento como vítima, Samuel Silva Machado, que desapareceu no dia 15 de dezembro de 2007, e poucos dias depois parte de seu corpo foi encontrada em uma propriedade da ex-vereadora. Passados vários anos enfim foi realizado o julgamento, que apesar de ter ocorrido, tem levantado questionamentos por parte da população e de familiares da vítima, isso porque, apesar do júri ter reconhecido que Creuza matou Samuel, tendo votação de 5x2 e todos concordando que o cadáver foi ocultado, tendo votação de 7x0, a mesma foi absolvida pelo placar de 4x3. Ela acabou sendo condenada pela pena de 1 ano por ocultação do cadáver, pena essa, substituída por prestação de serviço à comunidade. Por meio das redes sociais, familiares mostraram muita indignação com o resultado final do julgamento. “Estamos em pedaços. É triste ver um júri falhar na representação da sociedade, não podemos reclamar dos crimes, com a qualidade do júri que estava representado a sociedade”, disse uma mensagem amplamente divulgada.
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